Apresentação

Tal como esta referido no descrição do blog, nós somos alunos da Escola Secundaria Filipa de Vilhena, 12ºH e mantemos este blog no âmbito da disciplina de Área de Projecto, na qual estamos a abordar, o tema Hip Hop na cidade do Porto.Temos,também, um site informativo em relação ao que é o Hip Hop e as suas vertentes, no entanto, decidimos criar este blog para darmos a conhecer todas as actividades que estão a ser realizadas pelo grupo HipHoPorto.Mais tarde, irá ser postado aqui uma pequena história de como nasceu o Hip Hop.

23 de fevereiro de 2010

" O graffiti, irreverência ou arte oferecida, no contexto educativo e supervisivo: um projecto de investigação-acção numa perspectiva interdisciplina"

Recentemente, contactamos com a Dr.ª Susana Távora de Almeida, professora da Escola E.B 2.3 José Ferreira Pinto Basto (Ílhavo) e autora da tese "O graffiti, irreverência ou arte oferecida, no contexto educativo e supervisivo: um projecto de investigação-acção numa perspectiva interdisciplinar" com o objectivo de fazer uma entrevista, no entanto, como se tornava impossível devido à distância, elaboramos uma "entrevista virtual".
Aqui vai estar disponível a obra.
Aproveitamos para agradecer à Dr.ª Susana que nos tem ajudado a desenvolver o nosso projecto, na vertente do Graffiti.




16 de fevereiro de 2010

O que entendes Por Hip Hop?

Os inquéritos foram realizados a três turmas, 10ºG, 12ºJ,12ºH e 12ºF.
Após a organização de dados, elaboramos a análise, tabelas e gráficos que poderás ver se carregares no link ao lado (word).
Com a análise, podemos concluir que, apesar de termos de anular algumas respostas, os resultados foram melhores que esperamos, havendo poucos alunos que não sabem do que se trata o Hip Hop.
Neste inquérito, havia uma questão aberta: O que entendes por Hip Hop?; com base nas respostas estamos a escolher as melhores para depois serem expostas na escola e aqui no blog.

A analise deste inquérito encontrava-se no nosso site informativo, mas de modo a que fosse mais útil e prático, decidimos publica-la aqui.



Neste momento, estamos a elaborar um outro inquérito que será aplicado às turmas de ensino básico na nossa escola.

HipHoPorto Optimus na Casa da Música (BLITZ)



"A festa começou à tarde, num dia de fazer inveja a Agosto. Bem aproveitada a área exterior da Casa da Música, houve espaço para toda a gente passear, ver ou mostrar talento.


Muitos pais aproveitaram para levar os filhos, muitos skaters levaram amigos com bicicletas, os b-boys mostraram como se fazia, as telas encheram-se de graffitis, os quatro sem-abrigo eram a felicidade em passos ousados de dança. Todos em convivência muito, muito descontraída.

No palco as actuações começaram cedo e só acabaram por volta da 1h30. À tarde estiveram Reflect e seus convidados (dois deles com guitarras acústicas), num concerto muito bem recebido. A seguir veio o projecto Skunk (de Kacetado), com dois DJs, quatro MCs e dose reforçada de freestyle. Para acabar a tarde, o mesmo Kacetado, Tribuno e Kronic estiveram a mostrar o que se pode fazer com as máquinas, numa MPC Battle bem esgalhada.


O horário nobre começou às 21h e foi aí que o recinto encheu. O primeiro a aparecer foi Nerve , com Pródigo, DJ Sims e Martinêz (que esta noite tentou ter o alter-ego de José Cid). Conseguiram agarrar o público e ter muita gente a debitar rimas do álbum de estreia, Eu Não Das Palavras Troco a Ordem . Para o fim ficaram alguns temas novos, bem mais directos ao nervo.

Dama Bete entrou uma hora depois. Franzina, quase tímida, encheu o palco com a convicção que se lhe conhece dos versos. Esteve bem apoiada, com guitarra, baixo, bateria e as Blacksystem, não querendo isto dizer que resvalou para a soul ou o funk (estiveram lá, mas sob a alçada do rap). Os singles também ajudaram a puxar pelo público e houve ainda momentos altos nos freestyles de Bete, um deles com ajuda impecável de um elemento da assistência.


O incêndio veio a seguir. Os Nigga Poison meteram todas as nações africanas ao barulho e a noite acelerou até à perplexidade. Aquilo foi um palco com gasolina onde era permitido chegar fogo. Para acabarem com os equívocos, os Nigga Poison meteram "Fazes Parte Deste Mundo", o tema mais conhecido, logo no início e zarparam rapidamente para territórios mais densos. As duas dançarinas ajudaram a manter o toque exótico.


A jogarem em casa, os Mind da Gap aproveitaram o momento de celebração que é o lançamento do seu greatest hits para fazerem um concerto que era, também ele, uma celebração. O público que tiveram à frente foi o que os viu nascer, aumentado por muitos que já só os conheceram consagrados.


A revisão da matéria impunha-se e foi isso que fizeram, com amigos como os Dealema e Berna a ajudar, assim como alguns b-boys e b-girls com as coreografias afinadas. A noite acabou com os simbólicos e certeiros "Invicta" e "Dedicatória". "


Texto: Sérgio Gomes da Costa

Fotos: Cristina Pinto Pinto

Fonte: http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/32450

R.A.P - O Filme

Neste momento encontramos-nos a elaborar um guião para um filme (longa-metragem) que iremos realizar até ao final do 2º Período e durante o 3ºPeriodo.
Contamos com um elenco de amigos do grupo HipHoPorto para, para além de vários patrocínios que estamos a tentar obter, tanto da PSP como dos Hotéis Fénix, com os quais já entramos em contacto.
Mais tarde, irá aqui ser divulgado todo o elenco assim como as respectivas personagens, que participaram no Filme "R.A.P."

17 de janeiro de 2010

15 Minutos de Fama (vídeos)

Aqui estão os vídeos dos "15 Minutos de Fama".



15 Minutos de Fama

Aqui estão as fotografias do evento realizado no passado dia 12 de Janeiro, apesar de termos tido alguns problemas tecnicos com o som, no fim conseguimos superar.
Se quiserem ver as fotografias individuais, por favor contactem: area.projecto2009@live.com.pt
Ainda serão aqui postados os videos das actuaçoes.

Esperemos que gostem e comentem.

Posted by Picasa

9 de janeiro de 2010

Bocas Sujas

A comunicação social e a voz popular têm por hábito destruir tudo o que é frágil para vender ou criar bons momentos de conversa, logo, desde que o Hip Hop surgiu que é espezinhado por corpos com mais pés que cabeça.
Fruto directo do racismo, o ódio geral ao Hip Hop esconde-se nos argumentos falsos de que Hip Hop não é música. Isto não é sequer argumento, porque Hip Hop tanto é música que, já imensos artistas ganharam grammy’s graças ao Hip Hop, aliás, o filme “8 Mile”, protagonizado por Eminem rendeu-lhe em Óscar pela sua banda sonora, composta exclusivamente por Hip Hop.
Na verdade, devido às origens do Hip Hop seres de bairros Nova Iorquinos ocupados em grande parte por indivíduos de origem negra e por, talvez ainda hoje o Hip Hop em certas áreas do mundo ser predominantemente “negro”, o preconceituoso apreciador de música, ou simples racista frustrado, associa o estilo musical a uma etnia, e descrimina-a por isso.
Mas se o Hip Hop enquanto estilo de música “negro” já é alvo de desprezo e crítica, então o típico MC branco é o alvo fácil, sendo imensas vezes discriminado por brancos e pretos ao mesmo tempo, uns porque se sentem à vontade para gozar com algo “negro” se um branco o pratica e outros por acharem que uma cultura pode pertencer apenas a alguém de um certa etnia.


Gonçalo Sampaio